Cortar do servidor é fazer gestão?
A gestão decidiu cortar 33% do valor pago aos ASHAs, profissionais que atuam diretamente nas escolas e exercem funções essenciais no dia a dia.
São trabalhadores responsáveis por atividades como preparação da merenda, limpeza e manutenção dos ambientes escolares.
E a pergunta é simples:
Por que cortar justamente de quem já está entre os menores salários da estrutura municipal?
Educação é serviço essencial.
Valorizar quem trabalha nas escolas deveria ser prioridade.
Antes de retirar recursos desses servidores, a gestão precisa mostrar onde estão os estudos técnicos, quais são os cortes em outras áreas e quais despesas poderiam ser revistas.
Fazer gestão não pode significar colocar a conta sempre nas costas do servidor.
Servidor merece respeito. Educação merece prioridade.
Seguiremos fiscalizando e cobrando transparência.
Seja você também um Fiscal Cidadão.