A Conta Não Pode Cair Sempre Nas Costas do Servidor
Quando surgem dificuldades financeiras, a primeira solução não pode ser retirar direitos ou adiar compromissos com quem mantém o serviço público funcionando.
Antes de pedir sacrifícios aos servidores, a gestão precisa apresentar transparência.
Quais despesas foram reduzidas?
Quais contratos foram revistos?
Quais medidas de contenção de gastos foram adotadas?
Essas respostas precisam ser dadas à população e aos servidores.
Quem trabalha, cumpre sua jornada e presta atendimento à comunidade merece receber em dia e ter seus direitos respeitados.
Equilíbrio financeiro exige responsabilidade, planejamento e prioridade.
E prioridade deve ser quem faz o serviço público acontecer.
Seguiremos cobrando transparência, responsabilidade e respeito aos servidores.